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Restaurante "O Antunes", Porto

  • Foto do escritor: Brutus
    Brutus
  • 28 de jul. de 2018
  • 2 min de leitura

Atualizado: 17 de mai. de 2019

Olá maltinha Tasqueira,

Cá estou eu de novo a compartilhar mais uma experiência gastronómica, desta feita num restaurante bem conhecido de todos os tripeiros, o famoso "Antunes"… Foi na passada Sexta Feira, dia 27/07, que juntamente com mais 4 amigalhaços, decidimos descer a Rua do Bonjardim e entrar no "Antunes", sem reservar mesa.

Ora aí está o primeiro erro... Aos fins de semana, é quase obrigatório fazer a marcação. O restaurante estava completamente cheio, mas tivemos sorte e a espera não foi longa. Aliás, nada que um fininho ao balcão e 2 de letra com a funcionário do balcão não resolvessem.

Os 30 minutos de espera passaram a correr, e eis que fomos chamados pelo chefe de mesas, que nos encaminhou para a nossa mesa e nos apresentou o funcionário que nos iria servir. Que personagem… Fomos servidos pelo grande Leonardo, um açoriano super bem disposto que, quis o destino calhasse na mesa certa, e que nós calhamos com a pessoa certa para nos servir.

E assim começou a nossa odisseia. Optamos, como é lógico, pelo famoso pernil assado, e perguntei quantas doses, deveríamos pedir.

A resposta foi clara: - “Para 5 pessoas, 2 doses chega e sobra. Se for preciso mais, pede-se depois.” Sinceramente, a resposta agradou-me, porque denotei que não houve aproveitamento do nosso desconhecimento das dosagens.

Enquanto esperávamos, surgiram as entradas, com uns mini rissóis, bolinhos de bacalhau e chamuças acabadinhos de sair, chouriço assado, e tosta de manteiga de alho. Para beber optamos pelo também famoso “Espadal”.

Inicialmente, receei pelo meu estômago, até porque o “Espadal” tem tendência a ser bastante ácido e agressivo para estômagos frágeis, mas tive uma agradável surpresa. Escorregava muito bem e não deixava marcas por onde passava.

Como a fome já apertava, limpamos as entradas rapidamente, mas foi no timing certo até chegar o rei da noite, o famoso pernil acompanhado com arroz branco, batata assada e esparregado. Uma carne super tenra e saborosa, que se desfazia na boca e com umas guarnições muito bem temperadas, principalmente as batatas.

Sendo muito meticuloso, acho que o esparregado estava demasiado “enfarinhado”, mas o sabor estava lá. Belo repasto… só faltava a sobremesa. O “Antunes” tem muita fama graças às suas rabanadas, contudo, das iguarias natalícias, rabanadas não são de todo as minhas favoritas.

Em alternativa, optamos pelo leite creme. E não é que fizemos a escolha certa? Divinal… com um sabor típico de Natal, não muito doce e com uma cor amarela digna de fazer inveja a qualquer chinês. Ovos caseiros de certeza…

Finalizamos com um cafezinho e seguimos viagem até porque havia quem fosse trabalhar… (não sei como, mas foi…)

Para terminar esta análise, gostaria também de salientar a agradável surpresa que foi o preço. Nada caro, sinceramente, para tudo o que veio para a mesa, mais os finos de entrada ao balcão, acho que os 18,00 Euros por pessoa foram baratos. Ainda bem. Resumindo e concluindo, deixo-vos as minhas considerações relativamente ao "Antunes":


Ambiente: 8


Comida: 8.5


Serviço: 9


Limpeza: 8


Preço: 8.5


Total geral: 8.4


Esta foi a minha experiência no “Antunes”, e aproveito para enviar um abraço especial ao Leonardo, que nos serviu tão bem, e as 5* no serviço são muito graças ao seu desempenho e à malta que me acompanhou nesta experiência. Sem eles, certamente não seria a mesma coisa. Deixem os vossos comentários.


Abreijos,


Brutus – 28/07/2018



 
 
 

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